A graciosa Manuela Ferreira Leite anda a desdobrar-se em discursos e palavreados (seguindo, talvez, o conselho que Marcelo Rebelo de Sousa lhe deu para sair mais da toca) para tentar inverter o sentido das sondagens que grassam em ano de eleições várias. A Manelinha sabe que tem que fazer oposição, e pouco lhe interessa o como. É preciso é que a finalidade seja obtida com pompa. E títulos de noticiários. Volta, desta feita, a colocar o ênfase sobre as obras públicas que o Governo já anunciou. Mal ou bem, o Governo tenta criar algumas soluções para a retoma da oferta de emprego, e as obras públicas são um bom estímulo. Pode, enfim, contestar-se se o que é preciso é um aeroporto ou o TGV, ou mais escolas públicas, mais hospitais, mais centros de saúde, mais centros de apoio aos idosos, mais habitação para jovens, etc.. Para mim é claro que as prioridades deviam ser as do segundo grupo. Ou seja, concordo com o Governo de que é preciso investimento público nesta altura de crise, mas discordo das prioridades impostas por este. Já com Manuela Ferreira Leite, discordo em tudo. A Nelinha faz-me lembrar um determinado senhor que estava na bancada da oposição e desancava contra o governo de Durão/Portas e, depois, o de Santana/Portas por causa do Código de Trabalho e dos ataques à função pública, entre outras coisas... Vejam o que esse rapazinho anda a fazer agora... Ao que tudo indica, a Manelinha também anda a fazer para aí demagogia aos molhos. Só espero que os seus acessores tenham trazido os saquinhos dos dejectos para apanhar os pedaços de demagogia para não sujarem o chão por onde ela passa...
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terça-feira, 10 de março de 2009
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Democracias

Manuela Ferreira Leite é uma aberração política. Não tenho problema algum em dizê-lo. Tal como ela não tem problema algum em dizer que a democracia, para ela, é um regabofe, algo que deve ser usado conforme as instruções de quem está no poder.
A cultura democrática desta mocinha ficou bem expressa hoje, nas declarações que proferiu. Alías, ela já nos tinha demonstrado todo o seu repúdio pelo conceito de democracia aquando da sua passagem pelos Governos de Cavaco e de Durão. No próprio PSD deve ter havido muita gente que ficou muito contente com estas declarações...
Porém, o problema, para mim, é ainda mais profundo. Vivemos, hoje, numa democracia de faz-de-conta. Nós, os eleitores, a populaça, só interessamos nos dias que precedem os actos eleitorais. Durante esses dias, há políticos que se desenrolam febrilmente em múltiplas promessas de bem-estar para toda a gente, que vai haver mais isto, aquilo e aqueloutro para toda a gente! O problema é que, depois, não muito tempo depois, mandam tudo à urtigas com grande velocidade, fazem umas reformas que no entendimento deles, quanto mais gente têm contra, melhores são, e fazem-nas contra tudo e contra todos, defecando lá do alto para a tal democracia, ou processo democrático, que utilizaram para chegar ao púlpito do poder. Durante o período de tomada de decisões, já os eleitores se devem manter caladinhos o tempo suficiente para que os eleitos iluminados façam aquilo para o qual Deus os mandatou: ter razão em tudo. Ou seja, com isto quero dizer que Manuela Ferreira Leite apenas disse o que todos pensam no PS e no PSD. Porque é que raio nos vêm chatear (professores, mineiros, funcionários públicos, etc., etc., etc.) por causa das preciosas e iluminadas reformas que estamos a levar a cabo, perguntarão Sócrates e os seus acólitos sobre a malta que os anda a chatear nas ruas. De facto, isto que Manuela Ferreira Leite afirmou hoje, já deve ter passado pela cabeça de Sócrates e de figuras sinistras como Maria de Lourdes Rodrigues. Senão, vejamos: nunca a classe dos professores esteve tão unida em torno de uma idéia como hoje. Claro, a ministra é que tem razão. A outra centena de milhar é um lamentável display do que a democracia é, ou deveria ser: uma discussão constante entre os Governos e as forças vivas das populações na busca de mais e melhores soluções para os problemas dos país.
Manuela Ferreira Leite não se pode esconder atrás do manto de que o que disse continha ironia. Hoje, essa etiqueta serve para alguns políticos se livrarem de muitas enormidades que dizem. Mas, também, não batam muito na senhora. Ela apenas abriu o coração e foi sincera com as portuguesas e os portugueses. Abriu a alma e disse o que lá vai dentro...parte do que lá vai dentro... Agora, a culpa é de quem diz estas coisas ou de quem vota nestas pessoas depois de elas dizerem o que dizem?... Bicudo...
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quinta-feira, 3 de julho de 2008
Procriação e sexo
Pateta Ferreira Leite...perdão...Manuela Ferreira Leite...,deu uma entrevista ao canal um da RTP e nessa entrevista disse que o fundamento do casamento é a procriação. Devo-vos dizer, caros leitores, que acabei há três semanas de fazer um trabalho, sendo a minha área História, sobre a família no Antigo Regime (fundamentalmente, séculos XVI e XVII). Ora, nesta altura, a filosofia vigente, a da Santíssima Madre Igreja, obrigava a que cada casamento se fizesse tendo por base a procriação. Uma idéia que vingou na altura, mas que não era cumprida à regra, claro. A Nelinha quer fazer-nos regredir quatro ou cinco séculos no tempo. Eu adoro sexo. Como muito boa gente. Não sou púdico, mas também não venho para aqui revelar os meus gostos sexuais. Mas desgosta-me muito que alguém, em pleno século XXI, venha com teorias deste tipo a terreiro. A sexualidade é algo inato, para o qual não tem cabimento vir alguém dizer-me para me sentir culpado se quando o faço não o faço para procriar. Chiça, parece que estou a escrever sobre o século XVI... Mas é precisamente o que esta senhora preconiza. Ou seja, procriem quando casados, dêem mão de obra ao capitalismo, para este explorar selvaticamente os vossos rebentos.
Manuela Ferreira Leite, a ti, amiga, te digo: adoro sexo! Já o fiz várias vezes sem procriar! E ainda não casei! E deixo a semente para que o possas experimentar algum dia, sem remorsos. Vive, mulher, vive!!!
Manuela Ferreira Leite, a ti, amiga, te digo: adoro sexo! Já o fiz várias vezes sem procriar! E ainda não casei! E deixo a semente para que o possas experimentar algum dia, sem remorsos. Vive, mulher, vive!!!
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Diz que é uma espécie de Robin dos Bosques
Manuela Ferreira Leite voltou. Tenham muito, mas mesmo muito, medo... Depois de um congresso cheio de...nada, e das palavras...ocas da Nelinha, há que ganhar forças para aturá-la até às legislativas... Mas o que mais me enoja é que ela, depois de iniciar o ataque cerrado à classe média, continuado por todos os Governos que se seguiram, arroga-se agora de ser a defensora...da classe média que ela começou a pontapear. Haja paciência para tanta aldrabice...
quarta-feira, 28 de maio de 2008
(Des)igualdades





Hoje, Mário Soares veio a público dizer o óbvio; este governo, no seu verdadeiro âmago, não é o governo TÃO socialista como Sócrates, em campanha, nos queria vender. O governo PS, liderado por Sócrates (mas PS, apesar de tudo...), tem governado segundo as linhas programáticas deixadas pelo PSD de Barroso e Santana Lopes, sem olhar a meios para atingir o défice zero. Ou seja, contra todas as premissas que Sócrates (que se tinha, por mais de uma vez, pronunciado contra a "obsessão pelo défice") tinha deixado no parlamento, aquando a propalada coligação no governo. Bastou uns meses a Sócrates para esquecer o que tinha gritado e berrado no parlamento contra o governo PSD/CDS-PP, para pôr o mesmo em prática assim que chegou à cadeira do poder. Hoje mesmo, Sócrates, por causa do aumento exorbitante dos combustíveis, chamou "facilitistas, demagogos e oportunistas", cito, aos portugueses que gostavam de ver baixado o imposto sobre os produtos petrolíferos. Não foi só à oposição que Sócrates chamou isto; foi a todos os portugueses (já que todos, ou quase todos, partilham desta posição). Que fique claro.
Neste particular, o dos combustíveis, há que entender os lucros exorbitantes que a Galp teve no primeiro (APENAS!!!!) trimestre deste ano. O Governo devia ir tirar é a eles, não a nós. Quando um amigo, na minha puberdade, meu não tinha berlindes ou caricas para brincar, eu emprestava-lhe os meus. Ou alguém o fazia. De certeza. Ninguém ficava era sem brincar. Mas a via mais fácil, já que o português é dócil e mansinho, é roubar-nos a todos. Os preços dos combustíveis que Guterres, e bem, dizia que não podiam ser liberalizados, pois teriam custos claros para os consumidores, estão agora em alta. Como Barroso, Santana e...Sócrates queriam e querem. E acrescento Sócrates porque ele deixou isso bem vincado, hoje. E seguiu a política de direita.
Sócrates apresentou, outra vez..., tal como Durão e Santana tinham apresentado, a conjuntura internacional como causa principal. Mas esquecem que os organismos que superintendem esta globalização e bagunçada, digo eu, selvática se borrifaram para o facto dos mercados globais serem profundamente desiguais. Ou seja; mercado igual sim, pessoas iguais, não. Conseguimos, esta geração, o que nem a própria Natureza tinha conseguido: diferenciar-nos através da intangibilidade!
O estudo liderado por Bruto da Costa lançado à comunicação social na passada sexta-feira, não podia ser mais claro e evidente: em Portugal, a distância que vai dos pobres aos ricos é maior que há na União Europeia. "Melhor" ainda; é maior ainda que nos Estados Unidos da América, país charneira, dizem alguns, na democracia mundial. Portugal consegue essa proeza inolvidável. Os governos PS e PSD estão de parabéns! De um país pobre e sem recursos, fizeram um país ainda pior. E Sócrates promete voltar ao ataque... Pinho, levado por uma súbita perda de voz, hoje, não quis comentar os...comentários de Mário Soares. Não é de espantar. Pinho é um liberalista económico convicto. Senão, como poderia estar no Governo? Não iriam pôr em tal cadeira, sobretudo o PS, um keynesianista... Não. Manuel Pinho sente-se como peixe na água: um Governo que governa segundo regras estrictamente mercantilistas e sem olhar à verdadeira situação de um povo verdadeiramente asfixiado. Esse povinho merece é ser esmagado e confrontado com as regras de mercado; ou seja, muito para uns, os que detêm o capital gerador de (des)emprego, pouco para outros, os que têm que trabalhar segundo as regras que estes últimos impôem. Contudo, portugueses, pior é possível. Ao taparem os olhos, os nossos estimados governantes prometem mais do mesmo para o futuro; pior. Se Sócrates achava que os Governos PSD/CDS-PP tinham tapado os olhos aos anseios do povo, eis que o próprio Sócrates acha que consegue fazer...pior! Tudo isto com o aval do Partido. E sobretudo tudo isto com o aval do Ministro da Economia...e o Ministro das Finanças...e o Governador do Banco de Portugal! Anseiem, portugueses!! Não é só um a lixar-nos! São QUATRO! personalidades, pelo menos! Sócrates, que acha que tudo isto é para o nosso bem; Pinho, que não pode fazer outra coisa senão rezar dois ou três pais nossos ao mercado por cada dia que se levanta da cama; Teixeira dos Santos, que acha que todos os problemas do nosso país passam pelo défice zero (coisa que Sócrates não achava, quando na oposição); e, por último, Constâncio, "socialista", que acha que o português médio deve levar uns açoites por tentar ter uma vida condigna.
Mas há mais...
O governo PS promete voltar ao ataque, desde já, através do Código Laboral, onde promete mais e melhores despedimentos para todos. E menos, e pior, Segurança Social. Quem pensava que o paraíso, para os crentes, estava ao virar da esquina para quem ia a Fátima pelo menos uma vez por ano, desengane-se. O paraíso está...mesmo mesmo mesmo aí a chegar! Sócrates promete-nos que com o Simplex e a Flexisegurex e o despidementex fácilex é possível lá chegar através da via terrena! Não é preciso ir à Igreja! É preciso, somente, ser-se crente nestas políticas viciadas pelo grande capital para lá chegarmos!
Mas, perguntemo-nos; Sócrates é Deus? Claro que não... Esperemos que não!!!!! Sócrates é apenas, e somente, o reflexo de uma sociedade podre. Uma sociedade que vem de há muitos séculos atrás. Uma sociedade que se preocupa com o dinheiro, em vez de com...as pessoas.
Mas Mário Soares diz mais, no artigo ao Diário de Notícias. Diz que o se o PS não se preocupar em reflectir sobre as questões da pobreza, do desemprego e do descontentamento, o PCP e o BE poderão continuar a subir. Ou seja, as preocupações de Mário Soares, por muito bem intencionadas que sejam, não se cingem ao que o português sente; também abordam as próximas eleições legislativas. Não são totalmente inocentes, se me faço compreender...
Nesta conjuntura, afigura-se também falar da ex-ministra das Finanças, candidata à liderança do PSD, Manuela Ferreira Leite. Esta descobriu, só agora, que Portugal se debate com problemas sociais... Era tão bom que ela se tivesse apercebido disso antes... Mas não! Deve ser futurologista, já que guardou isso para agora, que se candidata à liderança do PSD! Descobriu que, para além do défice há...vidas. Pessoas. Gente. Seres Humanos. E que se deve atender às necessidades destas para melhorar o desempenho do país. Mas estou a ir longe demais... Bem sei... O que esta gente pensa, com os seus estômagos e as suas carteiras cheias, é extorquir o máximo a quem já mais não pode, e o mínimo a quem ainda pode. E muito.
Com estudos a saírem para a rua, com o aumento do custo de vida, os portugueses questionam-se sobre quando tudo isto irá rebentar. Direi eu, pela lógica, que em não muito tempo (sendo o tempo uma variável muito relativa). Mas é preciso que as pessoas ganhem uma verdadeira consciência de quanto valem para a economia de um país. De que se consciencializem que não há economia sem todos e todas. De que os detentores do capital valem tanto quanto nós sem força de trabalho, sem quem lhes transforme os Euros em milhares de Euros. Ou milhões. Mas que isso tem de ser para todos e todas.
As dificuldades (se as houver) tem que ser partilhadas. Parem de esmagar sempre os mesmos...
Neste particular, o dos combustíveis, há que entender os lucros exorbitantes que a Galp teve no primeiro (APENAS!!!!) trimestre deste ano. O Governo devia ir tirar é a eles, não a nós. Quando um amigo, na minha puberdade, meu não tinha berlindes ou caricas para brincar, eu emprestava-lhe os meus. Ou alguém o fazia. De certeza. Ninguém ficava era sem brincar. Mas a via mais fácil, já que o português é dócil e mansinho, é roubar-nos a todos. Os preços dos combustíveis que Guterres, e bem, dizia que não podiam ser liberalizados, pois teriam custos claros para os consumidores, estão agora em alta. Como Barroso, Santana e...Sócrates queriam e querem. E acrescento Sócrates porque ele deixou isso bem vincado, hoje. E seguiu a política de direita.
Sócrates apresentou, outra vez..., tal como Durão e Santana tinham apresentado, a conjuntura internacional como causa principal. Mas esquecem que os organismos que superintendem esta globalização e bagunçada, digo eu, selvática se borrifaram para o facto dos mercados globais serem profundamente desiguais. Ou seja; mercado igual sim, pessoas iguais, não. Conseguimos, esta geração, o que nem a própria Natureza tinha conseguido: diferenciar-nos através da intangibilidade!
O estudo liderado por Bruto da Costa lançado à comunicação social na passada sexta-feira, não podia ser mais claro e evidente: em Portugal, a distância que vai dos pobres aos ricos é maior que há na União Europeia. "Melhor" ainda; é maior ainda que nos Estados Unidos da América, país charneira, dizem alguns, na democracia mundial. Portugal consegue essa proeza inolvidável. Os governos PS e PSD estão de parabéns! De um país pobre e sem recursos, fizeram um país ainda pior. E Sócrates promete voltar ao ataque... Pinho, levado por uma súbita perda de voz, hoje, não quis comentar os...comentários de Mário Soares. Não é de espantar. Pinho é um liberalista económico convicto. Senão, como poderia estar no Governo? Não iriam pôr em tal cadeira, sobretudo o PS, um keynesianista... Não. Manuel Pinho sente-se como peixe na água: um Governo que governa segundo regras estrictamente mercantilistas e sem olhar à verdadeira situação de um povo verdadeiramente asfixiado. Esse povinho merece é ser esmagado e confrontado com as regras de mercado; ou seja, muito para uns, os que detêm o capital gerador de (des)emprego, pouco para outros, os que têm que trabalhar segundo as regras que estes últimos impôem. Contudo, portugueses, pior é possível. Ao taparem os olhos, os nossos estimados governantes prometem mais do mesmo para o futuro; pior. Se Sócrates achava que os Governos PSD/CDS-PP tinham tapado os olhos aos anseios do povo, eis que o próprio Sócrates acha que consegue fazer...pior! Tudo isto com o aval do Partido. E sobretudo tudo isto com o aval do Ministro da Economia...e o Ministro das Finanças...e o Governador do Banco de Portugal! Anseiem, portugueses!! Não é só um a lixar-nos! São QUATRO! personalidades, pelo menos! Sócrates, que acha que tudo isto é para o nosso bem; Pinho, que não pode fazer outra coisa senão rezar dois ou três pais nossos ao mercado por cada dia que se levanta da cama; Teixeira dos Santos, que acha que todos os problemas do nosso país passam pelo défice zero (coisa que Sócrates não achava, quando na oposição); e, por último, Constâncio, "socialista", que acha que o português médio deve levar uns açoites por tentar ter uma vida condigna.
Mas há mais...
O governo PS promete voltar ao ataque, desde já, através do Código Laboral, onde promete mais e melhores despedimentos para todos. E menos, e pior, Segurança Social. Quem pensava que o paraíso, para os crentes, estava ao virar da esquina para quem ia a Fátima pelo menos uma vez por ano, desengane-se. O paraíso está...mesmo mesmo mesmo aí a chegar! Sócrates promete-nos que com o Simplex e a Flexisegurex e o despidementex fácilex é possível lá chegar através da via terrena! Não é preciso ir à Igreja! É preciso, somente, ser-se crente nestas políticas viciadas pelo grande capital para lá chegarmos!
Mas, perguntemo-nos; Sócrates é Deus? Claro que não... Esperemos que não!!!!! Sócrates é apenas, e somente, o reflexo de uma sociedade podre. Uma sociedade que vem de há muitos séculos atrás. Uma sociedade que se preocupa com o dinheiro, em vez de com...as pessoas.
Mas Mário Soares diz mais, no artigo ao Diário de Notícias. Diz que o se o PS não se preocupar em reflectir sobre as questões da pobreza, do desemprego e do descontentamento, o PCP e o BE poderão continuar a subir. Ou seja, as preocupações de Mário Soares, por muito bem intencionadas que sejam, não se cingem ao que o português sente; também abordam as próximas eleições legislativas. Não são totalmente inocentes, se me faço compreender...
Nesta conjuntura, afigura-se também falar da ex-ministra das Finanças, candidata à liderança do PSD, Manuela Ferreira Leite. Esta descobriu, só agora, que Portugal se debate com problemas sociais... Era tão bom que ela se tivesse apercebido disso antes... Mas não! Deve ser futurologista, já que guardou isso para agora, que se candidata à liderança do PSD! Descobriu que, para além do défice há...vidas. Pessoas. Gente. Seres Humanos. E que se deve atender às necessidades destas para melhorar o desempenho do país. Mas estou a ir longe demais... Bem sei... O que esta gente pensa, com os seus estômagos e as suas carteiras cheias, é extorquir o máximo a quem já mais não pode, e o mínimo a quem ainda pode. E muito.
Com estudos a saírem para a rua, com o aumento do custo de vida, os portugueses questionam-se sobre quando tudo isto irá rebentar. Direi eu, pela lógica, que em não muito tempo (sendo o tempo uma variável muito relativa). Mas é preciso que as pessoas ganhem uma verdadeira consciência de quanto valem para a economia de um país. De que se consciencializem que não há economia sem todos e todas. De que os detentores do capital valem tanto quanto nós sem força de trabalho, sem quem lhes transforme os Euros em milhares de Euros. Ou milhões. Mas que isso tem de ser para todos e todas.
As dificuldades (se as houver) tem que ser partilhadas. Parem de esmagar sempre os mesmos...
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