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segunda-feira, 31 de maio de 2010

A vergonha prossegue impune e triunfal


Hoje assistiu-se a mais um capítulo da vergonha do "povo escolhido" contra os outros que não o são. A brutalidade com que atacaram embarcações com ajuda humanitária em ÁGUAS INTERNACIONAIS é perfeitamente odiosa. Continuam a empunhar a bandeira do Holocausto para continuar a perpetrar actos de violência gratuita contra os povos, crimes contra a humanidade. Violência gratuita, não. Perdão. Violência que tira vidas, nunca é gratuita. É antes um acto de cobardia sem dimensão moral nem humana.

A comunidade internacional apressou-se a condenar este acto bárbaro, mas sabemos perfeitamente que não passa disso mesmo: palavreado vã e inconsequente. Nunca a comunidade internacional se empenhará contra as políticas sionistas de extrema-direita, porque está refém, como, aparentemente sempre estará, dessa corja continuar a empunhar a bandeira do Holocausto. A coisas não podem nem devem ser assim. Não se pode segurar as bandeiras da liberdade com uma mão e uma metralhadora na outra. Não faz sentido. É tempo de acabar com esta carnificina. É tempo da Palestina ser a Palestina. Ser um país livre de escolher o seu caminho, sem ser esmagada pelas pretensões imperialistas de Israel.


PALESTINA LIVRE!


PS - As minhas condolências às famílias turcas enlutadas e a minha esperança de que isto não se torne um "olho por olho, dente por dente"...outra vez...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

A vergonha não cessa

Entretanto, o terror continua em Gaza. Hoje foram bombardeados hospitais, um edifício da ONU (onde arderam medicamentos e alimentos) e um edifício da Reuters, onde estavam muitos jornalistas, um dos quais ficou muito mal tratado.
ISRAEL = ASSASSINOS!

sábado, 10 de janeiro de 2009

(NOT SO)Funny Facts


Atenção ao Livro de Estilo!

Doze Regras de Redacção dos Grandes Media Internacionais quando a notícia é do Médio Oriente

1) No Médio Oriente são sempre os árabes que atacam primeiro e sempre Israel que se defende. É inconveniente falar em «represálias» quando se tratar do exército israelita.

2) Os árabes, palestinianos ou libaneses não têm o direito de matar civis. A isso chama-se «terrorismo».

3) Israel tem o direito de matar civis. A isso chama-se «legítima defesa».

4) Quando Israel mata civis em massa, as potências ocidentais pedem que seja mais comedido. A isso chama-se «reacção da comunidade internacional».

5) Os palestinianos e os libaneses não têm o direito de capturar soldados de Israel dentro de instalações militares com sentinelas e postos de combate. Isso chama-se «sequestro de pessoas indefesas».

6) Israel tem o direito de sequestrar a qualquer hora e em qualquer lugar quantos palestinianos e libaneses desejar. Actualmente são mais de 10 mil, 300 dos quais são crianças e mil são mulheres. Não é necessária qualquer prova de culpabilidade. Israel tem o direito de manter sequestrados presos indefinidamente, mesmo que sejam autoridades eleitas democraticamente pelos palestinianos. Isto chama-se «prisão de terroristas».

7) Quando se mencionam as palavras «Hezbollah» e «Hamas», é obrigatório a mesma frase conter a expressão «apoiado e financiado pela Síria e pelo Irão».

8) Quando se menciona «Israel», é proibida qualquer menção à expressão «apoiado e financiado pelos EUA». Isso poderia dar a impressão de que o conflito é desigual e que Israel não está em perigo de existência.

9) Quando se referir a Israel, são proibidas as expressões «territórios ocupados», «resoluções da ONU», «violações dos Direitos Humanos» ou «Convenção de Genebra».

10) Tanto os palestinianos como os libaneses são sempre «cobardes», que se escondem entre a população civil. Se eles dormem nas suas casas, com as suas famílias, a isso dá-se o nome de «dissimulação» e «cobardia». Israel tem o direito de aniquilar com bombas e mísseis os bairros onde eles dormem. A isso chama-se «acção cirúrgica de alta precisão».

11) Os israelitas falam melhor inglês, francês, espanhol e português que os árabes. Por isso eles e os que os apoiam devem ser mais entrevistados e ter mais oportunidades do que os árabes para explicar as presentes Regras de Redacção (de 1 a 10) ao grande público. A isso chama-se «neutralidade jornalística».

12) Todas as pessoas que não estão de acordo com as Regras de Redação acima expostas são «terroristas anti-semitas de alta periculosidade».

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Guerra...

Confesso que sobre o conflito Israelo - Palestiano não tenho posição definida. Sinceramente, lamento que na análise deste assunto não haja alguma moderação e bom senso. Ou se é ferozmente pró - Israelita ou pró- palestiano.Não há meio termo.O que é, no minímo, um disparate... Neste conflito não há culpados nem inocentes. Os únicos inocentes são as pessoas que já morreram ou ficaram feridas por causa deste. Uma vida de um Palestiniano n vale mais q a de um Israelita e vice-versa.
Neste momento o que se passa é que existe uma organização terrorista chamada Hamas que envia rockets contra cidades israelitas. Este grupo terrorista n reconhece o direito à existência do estado de Israel e recusa-se a negociar. Usa as populações de Gaza como escudo de protecção. Os seu membros misturam-se com a população civil. Claro que estou a falar da arraia miuda do Hamas e não dos "mandões"( os seus principais dirigentes).Estes estão tranquilamente em Damasco na Siria...
Como já tem sido referido inúmeras vezes, esta reacção de Israel é completamente desproporcionada. Faz tanto sentido como matar uma osga com uma metralhadora. Israel nunca vai conseguir eliminar o Hamas desta forma. Esta Guerra só tem feito vitimas inocentes. A esmagadora maioria do povo de Gaza nada tem que ver com o Hamas. Só quer ter paz e uma vida com um minimo de dignidade. É injusto que esteja a sofrer por causa de um grupo de fanáticos e assassinos.
Estou perplexo perante a passividade da comunidade internacional. Esta devia exigir o cessar fogo imediato. Esta escalada de guerra n pode continuar. Sob pena de assistirmos a uma catástrofe humanitaria sem precedentes naquela região...