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quinta-feira, 17 de junho de 2010
Inaceitável!
Eu Compreendo que o Governo, dada a conjuntura actual, tenha que fazer cortes na despesa.Agora, esta noticia é inaceitável. Nem quero acreditar... Cortar nas prestações sociais dos mais desfavorecidos?Ao concretizarem-se, atrevo-me a dizer, por muito que me custe como militante do PS, são indignas de um Governo Socialista! Esperemos que este reconsidere e não as concretize!! A bem dos mais pobres e dos mais frágeis!
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Eu Voto Manuel Alegre

Parece que existem muitas dúvidas em muitos camaradas meus, em relação ao apoio do Partido Socialista à candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República.
Estes, alguns deles sem qualquer credibilidade para criticarem e atacarem seja quem fôr, argumentam que Manuel Alegre traiu o PS. De facto, é verdade que algumas vezes este ultrapassou os limites da lealdade para com o partido. Contudo, no essencial sempre apoiou o seu partido de sempre. Alegre, por muito que custe a alguns "cromos", é uma figura histórica do PS. Não esquecer que foi ele que, com o seu discurso brilhante em Congresso, contribuiu para que a linha extrenista de inspiração Jugoslava, liderada por Manuel Serra fosse derrotada pela linha moderada e europeista de Mário Soares. Se o PS é hoje um partido moderno, de linha Socialista Democrata, muito o deve a Alegre.
Também argumentam que este é apoiado pelo Bloco de Esquerda. Mais uma razão para também ser apoiado pelo seu Partido de sempre - o Partido Socialista!
Sinceramente não consigo entender estes camaradas. Será que preferem a vitória do candidato da direita Cavaco Silva?Entre um e outro prefiro claramente o meu camarada Manuel Alegre!
Eu voto Manuel Alegre!
quarta-feira, 31 de março de 2010
Inês no País das Maravilhas
Segundo consta, Inês de Medeiros está à espera que o Jaime Gama se decida a dar-lhe os dinheirinhos para as suas viagens a Paris, onde reside. Acredito em que haja ajudas de custo, mas ajudas não são subsídios para sempre que se viaje. Acho que é uma (mais uma) machadada que se dá na credibilização da política, onde o dinheiro prevalece à ética, agora no PS (outra vez) - onde residem centenas e milhares de pessoas com a ética republicana.
Outra coisa que me faz espécie é porque raio ela aceitou o convite para ser deputada sabendo do custo que isso lhe traria, morando em Paris. Se o PS lhe disse que a Assembléia lhe custearia as viagens, daqui vai o meu valente: PAGUEM-NAS VOCÊS!!!!
Outra coisa que me faz espécie é porque raio ela aceitou o convite para ser deputada sabendo do custo que isso lhe traria, morando em Paris. Se o PS lhe disse que a Assembléia lhe custearia as viagens, daqui vai o meu valente: PAGUEM-NAS VOCÊS!!!!
quarta-feira, 17 de março de 2010
A identidade de Marcelo
Marcelo Rebelo de Sousa, às vezes, revela o seu verdadeiro "eu". Ainda bem que o faz, que é para se conhecer melhor o produto antes de comprar. Claro, quem quiser, porque eu dispenso categoricamente o produto.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Julgamentos Públicos
Confesso que, apesar de não ter simpatia alguma ela figura de José Sócrates, esta chachada já me faz alguma confusão. É julgar se for presico julgar, ou não julgar se não houver indícios de nada.
E, em relação a outro assunto (as alegadas tentativas de controlo da comunicação social) gostava, francamente, de saber, quem tem tiques de controlo da comunicação social. A mim, parece-me que, desde sempre, a direita tem estado na vanguarda desta situação, a começar pela Impresa, que controla, essa sim, diversos órgãos de comunicação social, e é presidida por um dos fundadores do PPD-PSD. Nunca ninguém questionou esse controlo, ou se existe, nem nunca ninguém averiguou a imparcialidade desses órgãos. Isto faz-me espécie, claro que faz. Não estou a lançar suspeitas sobre nada, mas gostava de saber o porquê do silência da direita em relação a este caso. E o órgãos sociais são quase todos ligados à direita.
E, em relação a outro assunto (as alegadas tentativas de controlo da comunicação social) gostava, francamente, de saber, quem tem tiques de controlo da comunicação social. A mim, parece-me que, desde sempre, a direita tem estado na vanguarda desta situação, a começar pela Impresa, que controla, essa sim, diversos órgãos de comunicação social, e é presidida por um dos fundadores do PPD-PSD. Nunca ninguém questionou esse controlo, ou se existe, nem nunca ninguém averiguou a imparcialidade desses órgãos. Isto faz-me espécie, claro que faz. Não estou a lançar suspeitas sobre nada, mas gostava de saber o porquê do silência da direita em relação a este caso. E o órgãos sociais são quase todos ligados à direita.
segunda-feira, 23 de março de 2009
E a saga continua...


Confesso que esta questão sobre a eleição do novo Provedor de Justiça não me suscita um interesse assim tão grande. E não me suscita esse tal interesse tão somente porque acho que é um cargo que não tem tido grande relevância na vida política e social portuguesa, para não dizer nenhuma. Desengane-me e contra-argumente quem saiba. Não tenho grande impressão do cargo, confesso. Porém, quero afirmar que poderia ser um cargo da maior importância para o país, não fosse o seu relativo apagamento da vida pública, quer na discussão política, quer na nossa comunicação social. Mas, hellas, não o é.
O que salta à vista de todo este processo é a intransigência de ambos os partidos do centrão em aceitarem as propostas um do outro. Confesso que quer Jorge Miranda quer Laborinho Lúcio não seriam as minhas escolhas, mas não posso dizer que os nomes sejam descabidos. Todo este processo está é a ser muito mal conduzido, com os nomes a virem para a praça pública e andarem a ser joguetes, duas pessoas conceituadas e respeitáveis, do centrão bicéfalo (e acéfalo, ao mesmo tempo) que temos. Eu diria que o problema é deles (de ambos os "candidatos"), mas creio que a sua sujeição a esta novela só os fragilizará na condução do cargo, se algum dos dois ainda estiver disponível -e com vontade- para o mesmo...
Só não há discussões quando se trata de mandar ex-governantes e apaniguados de ambos os partidos para as direcções das empresas públicas; aí o acordo é tácito. Ora pões tu um, ora ponho eu outro. E assim enchem os bolsos dos seus boys. Esses sim, gente de respeitabilidade duvidosa... Como aquela besta daquela figura sinistra que é Armando Vara... Entre outros... Muitos...
Este processo tem que terminar quanto antes. Não pela graça que eu ache a esta degladiação pública (e patética) dos dirigentes dos dois partidos do centrão, porque até me rio com vontade, mas pela degradação pública da imagem de duas pessoas que merecem mais respeito.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
O Betinhos Andam Aí...

A Juventude "Social Democrata"(?) decidiu lançar uma campanha contra o Governo do Partido "Socialista" e de José Sócrates. É difícil discernir onde começa a hipocrisia e o cinismo... Uma juventude partidária de um partido que, como o PS, não tem feito outra coisa senão aldrabar e sonegar as esperanças aos portugueses, vem agora com uma campanha nojenta a atacar o que eles próprios fazem. Haja decoro... Haja honestidade...
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Quer PS ou PSD?
Acho que o Pedro Passos Coelho quer ser Primeiro-Ministro... Ouvi dizer por aí... Ah!!, foi ontem na entrevista ao Mário Crespo! Bom, mas que dizer? O tipo, engravatado, claro, cunho de todos aqueles que são honestos, lá veio dizer que está disponível para sê-lo. E há malta que vai atrás disto... Para quê, pergunto eu? Para mudar as moscas e a merda pemanecer a mesma? Eu bem me lembro que bem falava o Sócrates tempos antes de ir para ao cargo de Primeiro-Ministro... Que bem que ele soava... Mas os interesses destes senhores é claro, e nada vai mudar se PS ou PSD forem Governo. É pena as pessoas não se mentalizarem disto... Mas democracia é democracia, e há que respeitar...
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Partido..."Socialista"?
Eis o grande PS de esquerda, como alguns querem fazer crer! O PS, com a conivência dos partidos de direita, que se abstiveram por nojo, e os votos dos partidos de esquerda contra, aprovou o código de trabalho que queria que contivesse a norma de um período experimental de 180 dias, mas que "apenas" é de 90. Claro, os patrões até vão jantar fora para festejar o facto... Os desgraçados dos trabalhadores, esses, vêem a sua vida agravada, passando a estar ao dispôr dos magnatas para o que der e vier, por 90 dias. Ao fim desse período, porta fora com eles, que podemos pôr cá outros otários... É este o PS de esquerda que o próprio PS preconiza? Que esquerda é esta? A esquerda do patronato? A esquerda que reduz os direitos e nos torna carne para canhão dos empresários? A vergonha segue e seguirá dentro de momentos, com o PS a demonstrar que está mais à direita que nunca. E não venham acenar com o casamento entre casais do mesmo sexo. Medida de esquerda, social, certíssimo, mas curta para justificar que o PS seja, de facto, um partido de esquerda. Quem se quer enganar, que se engane. Quem quiser fechar os olhos e julgar que este é o PS que alguns construíram no passado, feche. Eu não. A direita, hoje, ganhou. Os trabalhadores perderam. Somos todos experimentáveis. Cada vez mais.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
A força da Mudança!

Ontem o Secretário - Geral do PS José Sócrates apresentou a sua moção global de Estratégia. Não quero alongar-me muito em considerações sobre a mesma. Quero apenas destacar a defesa do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Esta tem vindo a ser uma bandeira da Juventude Socialista nos ultimos tempos. Fico satisfeito que o PS queira por fim a uma situação de descriminação. Uma das coisas que distingue a esquerda da direita é luta contra qualquer tipo de descriminações. Ao assumir esta posição, o PS demonstra uma vez mais que - por muito que custe a alguns senhores do Bloco de Esquerda e do PCP - é o grande partido da esquerda portuguesa.
domingo, 18 de janeiro de 2009
É claro que os hospitais serão privatizados...
Cheguei agora do Hospital dos Capuchos. Para sintetizar o hospital numa palavra, ocorre-me apenas esta: vergonha. Por várias razões. Para se entrar no serviço de dermatologia, tem que se descer uma rampa íngreme, cujas várias passagens das visitas, em dia de chuva, deixa, além disso, a rampa íngreme molhada. A minha namorada, ao descer esse íngreme e molhada rampa, deu um trambolhão que lhe rasgou a saia e lhe deixou um hematoma no rabo. As consequências podiam ser piores. Não obstante, naquela rampa já caíram muitas pessoas pela sua falta de segurança. E está assim há anos. Até funcionários do hospital lá se quedam... Já disse que caía água do tecto sobre a rampa? Assim é. Mas há mais. O pai da minha namorada, que lá está internado, pediu hoje uma toalha para se limpar depois do banho que queria tomar. O pedido foi-lhe recusado porque...não havia toalhas de banho... Em alternativa, deram-lhe um lençol de cama para se limpar... Mas a palhaçada continua. Segundo o relato da minha namorada e do seu pai, antes de eu ter chegado ao hospital a luz faltou várias vezes. Eram pequenas intermitências, de acender e apagar, mas eram suficientes para quebrar a luz. Como é possível isto acontecer num hospital?!?! Onde há gente ligada às máquinas?!?! A vergonha das vergonhas... Para terminar, as camas estão separadas por meio metro, a zona da dermatologia está degradada, as casa de banho são simplesmente horríveis, o cheiro é nauseabundo, etc....
Enfim, tudo isto para dizer que se percebe perfeitamente porque os hospitais são sistematicamente privatizados. Entende-se. Porque os governos PS e PSD tem esse objectivo nojento, deixam degradar os hospitais públicos para se fazer a transição com base nessas desculpas vergonhosas.
Obrigado a ambos pela saúde que temos. Obrigado.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Manuel Alegre, o PS, e a esquerda
Manuel Alegre, como se sabe, participou este fim-de-semana em novo Fórum alargado de esquerdas, tal como já o tinha feito há algum tempo, na Trindade. Manuel Alegre mostrou, assim, que o caminho da esquerda, tal como eu já o sabia, não é uma coisa acabada, fechada para balanço. É, antes, um caminho novo que se pode e deve percorrer, numa conjuntura em que o Capitalismo dá sinais de fraqueza e que deve servir para uma reflexão séria, à esquerda. Aliás, tal como hoje, nem mais, os militantes mais à esquerda no PS pediram uma maior abertura de José Sócrates para um debate sério aos problemas actuais, pedem os partidos à esquerda do PS que este desça do pedestal onde se instalou, por via da maioria absoluta que teve nas últimas eleições, e debata a conjuntura internacional/nacional e as soluções à esquerda que possam melhorar a vida das pessoas, e promover a igualdade. Tanto quanto se sabe, a igualdade parece, hoje, definitivamente arredada das políticas do PS; 18% da população portuguesa vive com 379€ por mês, manifestamente pouco, ao passo que 20% da população com maiores rendimentos, ganha 6,5 vezes mais que os 20% de população com menos rendimentos. Como diria Guterres, é fazer as contas. E fazer as contas para perceber que pouco, ou nada, foi feito para reduzir esta catástrofe. Isto, em 2007. Comparando com 2006, as diferenças são praticamente desprezáveis.
Falo nisto, porque é nestas questões, e na educação, e na saúde, e no emprego (e no desemprego), e na justiça, etc., que reside o fundamental do debate que há fazer nas esquerdas portuguesas. Entretanto, o PS continua a falar sozinho, num recorrente caminho de continuação de políticas de direita, como foi agora perfeitamente visível aquando da aprovação do novo Código do Trabalho. Só o mais cego dos apoiantes de Sócrates pode afirmar que aquilo é um estiramento à esquerda… Mas é a conjuntura, dizem-nos… A conjuntura tem servido um pouco para tudo. Aliás, o mais engraçado de registar ultimamente tem sido o esforço de Sócrates (para além do esforço suplementar em aparecer TODOS os dias na televisão…) em afirmar que tudo o que de bom se passa em Portugal, é de única e exclusiva responsabilidade do governo PS, e tudo o que se passa de mau é um fado que vem do exterior por via da péssima conjuntura económica. Ora, para quem quiser, obviamente, meia palavra basta…
É claro que o PS de Sócrates, e o seu séquito de militantes mais apoiados ao braço direito da cadeira, do que ao esquerdo, não deseja, abomina, até, uma convergência à esquerda. Porque sabe que esse caminho é mais difícil e requer uma abertura que um PS agarrado à cadeira do poder rejeita liminarmente. É mais fácil seguir o caminho do poder pelo poder, para dar tachos aos sequiosos, que percorrer os trilhos de uma convergência verdadeiramente de esquerda que estes novos tempos precisavam e precisam. Por isso as reacções a esta intervenção de Alegre num Fórum de Esquerdas da parte do PS foram tão negativas. Alegre tem o direito e o dever de participar no que bem entende, quando entende, e não como os outros pensam que deve ser: obediência cega ao partido que, por acaso, até está no governo. Alegre tem o direito de se expressar livremente onde bem entende. E não consigo, de todo, compreender, o sururu que causa estas participações de Alegre nestes Fóruns, no PS. Não consigo. Se o PS defende a liberdade tanto como tenta fazer crer, não compreendo esta objecção a militantes do Partido Socialistas em participar noutras coisas que não sejam do PS. Enfim. Adiante.
Pedro Silva Pereira também, como diz a vozinha que sussurra dentro do PS e na cabeça dos seus militantes, veio a terreiro dizer que não entende a existência estes Fóruns. Pudera. Ninguém precisa que ele explique porquê. Seja como for, fica-se ciente da distância que separa diferentes sensibilidades de esquerdas ao PS. Essa distância vai, certamente, aumentar. Não por meu desejo pessoal, que gostava de ver o PS a discutir as opções, à esquerda, de um planeta sustentável para o novo milénio. Mas por via deste autismo atávico e cavaquista que tomou conta do PS, que sabe tudo e não precisa dos outros para nada. E viva a maioria absoluta…
O PS faz no governo tudo aquilo que “abominava” (abominava entre parêntesis porque sabe-se, hoje, que verdadeiramente não abominava…até gostava…mas tinha que ter um trampolim para chegar ao poder…) enquanto oposição, e isso só pode ser visto mediante o prisma de que o PS rejeita hoje a sua herança de esquerda, para poder prosseguir com a sua face meramente de cariz governativo, sem ideologia definida.
Falo nisto, porque é nestas questões, e na educação, e na saúde, e no emprego (e no desemprego), e na justiça, etc., que reside o fundamental do debate que há fazer nas esquerdas portuguesas. Entretanto, o PS continua a falar sozinho, num recorrente caminho de continuação de políticas de direita, como foi agora perfeitamente visível aquando da aprovação do novo Código do Trabalho. Só o mais cego dos apoiantes de Sócrates pode afirmar que aquilo é um estiramento à esquerda… Mas é a conjuntura, dizem-nos… A conjuntura tem servido um pouco para tudo. Aliás, o mais engraçado de registar ultimamente tem sido o esforço de Sócrates (para além do esforço suplementar em aparecer TODOS os dias na televisão…) em afirmar que tudo o que de bom se passa em Portugal, é de única e exclusiva responsabilidade do governo PS, e tudo o que se passa de mau é um fado que vem do exterior por via da péssima conjuntura económica. Ora, para quem quiser, obviamente, meia palavra basta…
É claro que o PS de Sócrates, e o seu séquito de militantes mais apoiados ao braço direito da cadeira, do que ao esquerdo, não deseja, abomina, até, uma convergência à esquerda. Porque sabe que esse caminho é mais difícil e requer uma abertura que um PS agarrado à cadeira do poder rejeita liminarmente. É mais fácil seguir o caminho do poder pelo poder, para dar tachos aos sequiosos, que percorrer os trilhos de uma convergência verdadeiramente de esquerda que estes novos tempos precisavam e precisam. Por isso as reacções a esta intervenção de Alegre num Fórum de Esquerdas da parte do PS foram tão negativas. Alegre tem o direito e o dever de participar no que bem entende, quando entende, e não como os outros pensam que deve ser: obediência cega ao partido que, por acaso, até está no governo. Alegre tem o direito de se expressar livremente onde bem entende. E não consigo, de todo, compreender, o sururu que causa estas participações de Alegre nestes Fóruns, no PS. Não consigo. Se o PS defende a liberdade tanto como tenta fazer crer, não compreendo esta objecção a militantes do Partido Socialistas em participar noutras coisas que não sejam do PS. Enfim. Adiante.
Pedro Silva Pereira também, como diz a vozinha que sussurra dentro do PS e na cabeça dos seus militantes, veio a terreiro dizer que não entende a existência estes Fóruns. Pudera. Ninguém precisa que ele explique porquê. Seja como for, fica-se ciente da distância que separa diferentes sensibilidades de esquerdas ao PS. Essa distância vai, certamente, aumentar. Não por meu desejo pessoal, que gostava de ver o PS a discutir as opções, à esquerda, de um planeta sustentável para o novo milénio. Mas por via deste autismo atávico e cavaquista que tomou conta do PS, que sabe tudo e não precisa dos outros para nada. E viva a maioria absoluta…
O PS faz no governo tudo aquilo que “abominava” (abominava entre parêntesis porque sabe-se, hoje, que verdadeiramente não abominava…até gostava…mas tinha que ter um trampolim para chegar ao poder…) enquanto oposição, e isso só pode ser visto mediante o prisma de que o PS rejeita hoje a sua herança de esquerda, para poder prosseguir com a sua face meramente de cariz governativo, sem ideologia definida.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Manuel Alegre...

Finalmente, ontem Manuel Alegre revelou o que realmente pretende:enfraquecer o PS e contribuir para que a direita tenha possibilidade de ganhar as próximas eleições legislativas.Para este senhor é mais importante o seu ego e protagonismo pessoal do que qualquer outra coisa. Nem que para isso tenha que atacar o Partido do qual é militante e deputado há mais de 30 anos. Será que a sua vaidade não o deixa perceber que está a ser utilizado pelo Bloco de Esquerda para enfraquecer o PS? Será que não entende, que mais do que criar uma alternativa de esquerda, o BE quer crescer eleitoralmente à custa do PS(o que é perfeitamente legitimo!). Para isso nada melhor do que criar divisões no seio do adversário...
O senhor Manuel Alegre devia ouvir as afirmações do seu ainda camarada Mário Soares e reflectir um pouco... Bem, mas nem todos podem ter a grandeza política de Mário Soares... Soares é um político com P grande;umas das personalidades mais marcantes do Século XX, a quem o pais muito deve.Socialista, Republicano e Laico, nunca abandonou o Partido que fundou. Quanto à Alegre...bem...é um poeta que é deputado há mais de 30 anos...Pelo Partido que, ao que parece, agora quer abandonar...
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Mais uma que nós não sabíamos...
Creio que esta notícia mostra bem quem é o PSD e que interesses este partido serve. Não me espanta nada o que foi descoberto até agora. Também nada me espanta que o PSD continue a assobiar para o lado. E que o Cavaquinho continue, também, a ignorar a sua escolha pessoal para Conselheiro de Estado. E os dinheiros que recebeu da banca, de empresários e afins, dinheiritos esses que lhe valeram grande parte da eleição para Presidente da República...
Mas, já que estamos nisto, não ilibemos o PS, que tem muita gente sua em muitas empresas de idoneidade variável... Um dia saberemos a verdadeira dimensão da catástrofe que foram anos e anos de governações PS e PSD e quantos se abotoaram à guita e foram para cargos em empresas privados devido às influências que tinham em governos...
Amén...
O Zé e o Bloco

Para mim, a decisão hoje tomada pelo Bloco de Esquerda de retirar a confiança política a este sabujo, só peca por tardia. Devia ter sido logo tomada no dia em que ele anunciou o acordo com o PS.
Não nego que fiz campanha ao lado deste sabujo. Não nego que acreditei piamente no projecto político que o Bloco e o sabujo tinham para Lisboa. Não nego nada, porque nada tenho que negar. Acreditei e desiludi-me, ponto. Mas isso é a história das nossas vidas. Desiludimo-nos com pessoas, aparelhos electrónicos, com partidos, etc.. Gostamos de acreditar e, por vezes, depois, desiludimo-nos. Não tenho medo de me iludir com as coisas. Porque, de facto, somos humanos, temos sentimentos e precisamos de acreditar nas coisas. Outra coisa é um sabujo como este Zé ter o descaramento de tomar as rédeas de uma eleição, garantir que está com o Bloco, e, à primeira oportunidade, dar uma facada pelas costas ao partido que o apoio e que "o elegeu".
Todos sabíamos, logo após a tomada de posição do sabujo em fazer um acordo com o PS, que o seu objectivo era entrar com o PS nas próximas eleições. E a ver vamos... Ficamos à espera...
O Bloco, ou outro qualquer partido, não têm obrigação nenhuma de estar no poder coligado com outros partidos. Cada partido executa o seu próprio programa de governação, e é responsável pelos votos que cada eleitor lhe incumbe. Logo, tem o dever de não defraudar as pessoas e tentar, sempre que possível, a execução do conteúdo do seu programa. Nenhum partido pode ser obrigado a participar na governação de um Munícipio, de uma Freguesia, do Estado, sem ele próprio o desejar, sem ele próprio ter a garantia que o seu conteúdo programático será cumprido. Se for para se lançar ao tacho, aí sim... Anda para aí muitos Zés ansiosos por isso...
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terça-feira, 18 de novembro de 2008
Democracias

Manuela Ferreira Leite é uma aberração política. Não tenho problema algum em dizê-lo. Tal como ela não tem problema algum em dizer que a democracia, para ela, é um regabofe, algo que deve ser usado conforme as instruções de quem está no poder.
A cultura democrática desta mocinha ficou bem expressa hoje, nas declarações que proferiu. Alías, ela já nos tinha demonstrado todo o seu repúdio pelo conceito de democracia aquando da sua passagem pelos Governos de Cavaco e de Durão. No próprio PSD deve ter havido muita gente que ficou muito contente com estas declarações...
Porém, o problema, para mim, é ainda mais profundo. Vivemos, hoje, numa democracia de faz-de-conta. Nós, os eleitores, a populaça, só interessamos nos dias que precedem os actos eleitorais. Durante esses dias, há políticos que se desenrolam febrilmente em múltiplas promessas de bem-estar para toda a gente, que vai haver mais isto, aquilo e aqueloutro para toda a gente! O problema é que, depois, não muito tempo depois, mandam tudo à urtigas com grande velocidade, fazem umas reformas que no entendimento deles, quanto mais gente têm contra, melhores são, e fazem-nas contra tudo e contra todos, defecando lá do alto para a tal democracia, ou processo democrático, que utilizaram para chegar ao púlpito do poder. Durante o período de tomada de decisões, já os eleitores se devem manter caladinhos o tempo suficiente para que os eleitos iluminados façam aquilo para o qual Deus os mandatou: ter razão em tudo. Ou seja, com isto quero dizer que Manuela Ferreira Leite apenas disse o que todos pensam no PS e no PSD. Porque é que raio nos vêm chatear (professores, mineiros, funcionários públicos, etc., etc., etc.) por causa das preciosas e iluminadas reformas que estamos a levar a cabo, perguntarão Sócrates e os seus acólitos sobre a malta que os anda a chatear nas ruas. De facto, isto que Manuela Ferreira Leite afirmou hoje, já deve ter passado pela cabeça de Sócrates e de figuras sinistras como Maria de Lourdes Rodrigues. Senão, vejamos: nunca a classe dos professores esteve tão unida em torno de uma idéia como hoje. Claro, a ministra é que tem razão. A outra centena de milhar é um lamentável display do que a democracia é, ou deveria ser: uma discussão constante entre os Governos e as forças vivas das populações na busca de mais e melhores soluções para os problemas dos país.
Manuela Ferreira Leite não se pode esconder atrás do manto de que o que disse continha ironia. Hoje, essa etiqueta serve para alguns políticos se livrarem de muitas enormidades que dizem. Mas, também, não batam muito na senhora. Ela apenas abriu o coração e foi sincera com as portuguesas e os portugueses. Abriu a alma e disse o que lá vai dentro...parte do que lá vai dentro... Agora, a culpa é de quem diz estas coisas ou de quem vota nestas pessoas depois de elas dizerem o que dizem?... Bicudo...
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
A justiça e os Partidos
Em primeiro lugar, peço aos leitores que o Reflexões Banais tenha e aos meus camaradas de Blog desculpas pela minha prolongada ausência.
Sem mais, quero partir para o meu assunto. Ana Gomes fez cair a máscara que usava. A mim particularmente deixou-me perplexo, muito por causa do respeito que lhe tinha. As declarações que prestou à comunicação social mostram muitas coisas. Que passo a esmiuçar.
Uma delas é o pagode que é a justiça em Portugal. Não se entende, ou posso ser eu e a minha insanidade, que alguém tenha informações suficientes para fazer declarações tão explícitas como as que Ana Gomes fez. Parece que toda a gente em Portugal, jornalistas e políticos em especial, sabem mais coisas processuais que os próprios investigadores judiciais. Veja-se o caso Maddie em que a filha da Fatinha Felgueiras, nas suas reportagens, parecia que estava a par de tudo quanto se passava nas investigações. Das duas, uma; ou sabia mesmo, e isso é gravíssimo, ou não sabia e punha-se a mandar bitaites, o que é de alguma gravidade para um jornalista... Seja como for, é vox populi que toda a gente, sobretudo, como disse, jornalistas e políticos, está a par do que se passa nas investigações criminais. Este é o circo a que tudo isto chegou.
Outra coisa que as declarações que Ana Gomes proferiu me fazem pensar, é que, apesar de haver três diferentes patamares de justiça em Portugal a que se podem recorrer, o que foi agora apurado é suficiente para declarar inocente Paulo Pedroso. Sem querer beliscar Paulo Pedroso, acho que até à última instância, está tudo em aberto; a culpabilidade agora declarada do Estado, pode vir a ser corrigida. Ou não. Mas este é o primeiro patamar da justiça.
Terceira coisa; não acho correcto a politização deste caso judicial. Estas coisas são investigadas, esperemos, e decididas nos locais próprios. A banalização deste caso, entre outros, que nos foi oferecida pelo PS pela voz de Ana Gomes, é de lamentar. Cada macaco no seu galho. O PS é um partido político no qual se encontra filiado Paulo Pedroso. Ou seja, não é o advogado dele. O PS é um partido maduro e que deve saber separar as águas convenientemente. Ao não fazê-lo, sujeita casos futuros a uma implícita manipulação partidária.
Para finalizar, quero dizer que não me espanta que este Caso Casa Pia não dê em nada. Aliás, o povão já o dizia quando soube quem eram os implicados. O que é pena. A única forma que eu prevejo em que termine este caso, é de que a justiça consiga provar que os pobres garotos se auto-sodomizaram... É triste que este Caso terminasse assim...
Sem mais, quero partir para o meu assunto. Ana Gomes fez cair a máscara que usava. A mim particularmente deixou-me perplexo, muito por causa do respeito que lhe tinha. As declarações que prestou à comunicação social mostram muitas coisas. Que passo a esmiuçar.
Uma delas é o pagode que é a justiça em Portugal. Não se entende, ou posso ser eu e a minha insanidade, que alguém tenha informações suficientes para fazer declarações tão explícitas como as que Ana Gomes fez. Parece que toda a gente em Portugal, jornalistas e políticos em especial, sabem mais coisas processuais que os próprios investigadores judiciais. Veja-se o caso Maddie em que a filha da Fatinha Felgueiras, nas suas reportagens, parecia que estava a par de tudo quanto se passava nas investigações. Das duas, uma; ou sabia mesmo, e isso é gravíssimo, ou não sabia e punha-se a mandar bitaites, o que é de alguma gravidade para um jornalista... Seja como for, é vox populi que toda a gente, sobretudo, como disse, jornalistas e políticos, está a par do que se passa nas investigações criminais. Este é o circo a que tudo isto chegou.
Outra coisa que as declarações que Ana Gomes proferiu me fazem pensar, é que, apesar de haver três diferentes patamares de justiça em Portugal a que se podem recorrer, o que foi agora apurado é suficiente para declarar inocente Paulo Pedroso. Sem querer beliscar Paulo Pedroso, acho que até à última instância, está tudo em aberto; a culpabilidade agora declarada do Estado, pode vir a ser corrigida. Ou não. Mas este é o primeiro patamar da justiça.
Terceira coisa; não acho correcto a politização deste caso judicial. Estas coisas são investigadas, esperemos, e decididas nos locais próprios. A banalização deste caso, entre outros, que nos foi oferecida pelo PS pela voz de Ana Gomes, é de lamentar. Cada macaco no seu galho. O PS é um partido político no qual se encontra filiado Paulo Pedroso. Ou seja, não é o advogado dele. O PS é um partido maduro e que deve saber separar as águas convenientemente. Ao não fazê-lo, sujeita casos futuros a uma implícita manipulação partidária.
Para finalizar, quero dizer que não me espanta que este Caso Casa Pia não dê em nada. Aliás, o povão já o dizia quando soube quem eram os implicados. O que é pena. A única forma que eu prevejo em que termine este caso, é de que a justiça consiga provar que os pobres garotos se auto-sodomizaram... É triste que este Caso terminasse assim...
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Alegre tem razão!
Pela primeira vez, desde há muito tempo, estou de acordo com Manuel Alegre. Este disse ao Diário de Noticias que a SEDES de " fazer uma viragem de agulhas à direita, para apoiar o PSD e Manuela Ferreira Leite". Tem toda a razão. É só ler o documento da SEDES para ficar a perceber que esta, com uns socialistas ressabiados para disfarçar, está a fazer objectivamente o jogo da direita e de Ferreira Leite.
De facto, os sectores da direita que aparentemente estavam adormecidos com Luis Filipe Menezes, acordaram. Pensam finalmente agora que têm uma lider à altura. Uma Margaret Thatcher à Portuguesa, que com o seu ar zangado e determinado, derrotará o Partido socialista. Por isso farão tudo, através da manipulação da opinião pública e utilizando associações aparentemente idóneas como a SEDES, para que isto suceda.
Por isso é que eu digo, que as outras esquerdas quando atacam indiscriminadamente o PS, ajudam o PSD e o CDS/PP. Estas deveriam ter consciência que um Governo PS, apesar dos seus erros e contradições, é preferivel a um do PSD/PP. Os grandes interesses económicos e os sectores mais reaccionários da sociedade portuguesa preferem, por mais que se afirme que um executivo socialista é igual a um do PSD, ter a direita no poder do que o PS
domingo, 29 de junho de 2008
O (malfadado) Código de Trabalho

Isto não é uma resposta ao meu querido e grande amigo João Moreno. Nós combinámos que isto iria ser um blog de transmissão das nossas opiniões, como pretendem ser todos, e não de parada e resposta e de discussão entre nós.
Como é óbvio, as nossas opiniões dobre este Código de Trabalho são totalmente divergentes. Aliás, este Código de Trabalho não cambia o espírito do Código de Bagão Félix, mas antes introduz-lhe alterações pontuais. O que não deixa de me surpreender, vindo de um Partido cuja base ideológica seria de esquerda... O que não me deixa de surpreender, também, é o facto de Bagão Félix se mostrar tão contente com a aprovação destas alterações ao seu "filho"... Um homem com uma base ideológica tão conservadora, feliz com um Código de Trabalho aprovado pelo PS... Bom, adiante...
Nota final para a frase notável de Van Zeller no vídeo que coloquei aqui no blog, ontem: "Sem precários não há nada." Demonstrativo de uma mente tacanha, de uma índole mesquinha. Uma pessoa que fala do topo da hierarquia e não tem qualquer tipo de compaixão de esmagar o povinho que se acotovela por debaixo dele por umas migalhas de quem tem muito. E foi este "homem" que se sentou à mesa com o nosso querido primeiro-ministro José Sócrates e com o nosso querido representante da nação para os assuntos do trabalho e da segurança social, Vieira da Silva. Juntos aprovaram um Código de Trabalho que destrói o que restava de esperança aos mais jovens por um futuro (um bocadinho) melhor. Garantem-nos a precariedade eterna ("Sem precários não há nada.") numa vida cheia de incertezas.
Entre quem assinou o acordo, encontram-se os apartidários da UGT. Não tem tendências políticas, só lhes interessa a defesa do trabalhador. Um verdadeiro sindicato plural e democrático, cuja a única coisa que não se pode dizer é mal do PS... Chiiiiuuu...
Mas este post é, também, para divulgar um texto dos Precários Inflexíveis que acho fundamental para perceber o alcance deste novo Código de Trabalho, e demonstra as palavras de Van Zeller. Aqui vai:
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sábado, 28 de junho de 2008
Acordo de concertação social

Na passada Quarta - Feira foi finalmente assinado o acordo de concertação social sobre as alterações ao Código de Trabalho entre o Governo e os parceiros sociais (CAP, CIP, CTP, CCP e UGT).
Existiram alterações à proposta inicial do Governo. De salientar o abandono da cláusula dos despedimentos por inadaptação , o aumento das acções de inspecção, nomeadamente no que se refere aos recibos verdes e o aumento das sanções a aplicar nos casos de violação às leis.
Como já tinha referido anteriormente, estas alterações ao Código Laboral vão no bom sentido. Combatem a precariedade do emprego e estimulam a contratação a termo definitivo.
Infelizmente, a GGTP demonstrou mais uma vez que é uma correia de transmissão do PCP, ao não assinar o acordo. Os partidos à esquerda do Partido Socialista, nomeadamente os comunistas e o Bloco de Esquerda continuam na critica destrutiva. Não é suposto estes defenderem quem trabalha? Que custa reconhecer que estas alterações vão beneficiar muitos trabalhadores? Porventura, para estes atacar o Governo e o PS ( seu desporto favorito) é mais importante que qualquer outra coisa. Sinceramente tenho pena que a esquerda não socialista esteja constantemente a atacar o PS e tudo o que este põe em prática. Por vezes até atacam mais ferozmente os socialistas que a direita.
Mais uma vez provou-se que não é com as greves, manifestações e protestos constantes que se atinge algo positivo para os trabalhadores. Só o diálogo e a negociação com os parceiros sociais é que se consegue atingir algo que é fundamental para qualquer economia desenvolvida - a Paz Social. Só com esta poderemos ter empresas mais produtivas e eficientes, trabalhadores mais motivados e melhor remunerados, que são condições fundamentais para o crescimento e desenvolvimento de qualquer pais. Parabéns portanto ao Governo e aos parceiros sociais (com cedências de ambas as partes, como é saudável em qualquer negociação) pelo bom senso demonstrado.O acordo a que chegaram é inegavelmente positivo para os trabalhadores e para as empresas e, consequentemente, para o pais.
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